Eu gosto de homenagear sempre as pessoas que simplesmente apareceram em minha vida e sinceramente a direcionou prum outro rumo. Olha só a coincidência:
Eu nem me preocupava em morar na cidade, porque minha vida toda foi numa fazenda, mas dias vem e vão e mudança de moradia é sempre a chatice que mais nos desola... os amigos ficam pra trás, a escola, os esconderijos prediletos, a casa na árvore... pois foi meu caso, mudamos pra cidade. Deus nos mostra caminhos tão incríveis e nos apresenta a pessoas mais incriveis ainda. Quando eu acho que não vai dar pra continuar, surge o primeiro 16 na minha frente e me ajuda a caminhar, me ajuda a aguentar as separações de antes e seguir. Um bom amigo mesmo, sabe aquele que te pega pela mão e te levanta? Sou muito grato a Fágner por isso! Ele possa não saber, mas me tirou um monte de preocupação e tinha só 16 anos quando o conheci. Seguindo daí, as tempestades da vida nos afasta, sei lá porque até, alguns dizem que sabem porque nos afastamos, mas é assim mesmo que a vida segue. Um dia, mas à frente nossa amizade voltaria, não com o mesmo calor de antes, mas a consideração era a mesma, na verdade aida é a mesma de antes... mas nesse meio tempo, quando eu encaro os fatos como apenas fatos, eis que me surge o próximo 16... na verdade, já percebeu que essa idade é o personagem, né? Esse segundo 16 foi um divisor de águas, porque me ensinou verdades que eu nunca imaginava ser verdade e clareou minha mente de uma forma mais fraternal ainda. Sinhoiori é uma referência além do que realmente possa representar alguém ou um amigo na vida duma pessoa... lado A exatamente igual ao lado B, é engraçado olhar diretamente pra ele... possa não saber também, mas o carinho e a consideração de irmão que ele conquistou ao longo desse tempo, é maior ainda do que algumas outras verdades nesta minha vida que corre. Faço o máximo para homenageá-lo em vida, para ser especial pra sempre. Seguindo daí, lá vem o próximo 16 mais "perfeitinho" que se possa imaginar... singelo e destamaninho, mas um coração do tamnaho do campo de futebol que um dia ele disse que defenderia como goleiro... ai ai... Paulinho é a luz alegre dos dias em que a gente aprontava mil e uma arte, arte mesmo, literal no propósito da gente e que me segurou aí, me mostrou mais um sentido nas insígnias que eu precisava na vida. Posso descrever essa adição ao meu coração, como um tornado calmo, sei lá se existe tornado calmo, mas aí está, ele se traduz nisso. E chegando aos dias de hoje, o próximo 16 tem a cara quadrada, é sério... cara de artista, fotogênico nas situações mais bizarras tá lá... nunca destoa no ambiente e o pior é que de uma única vez arrancou um pedação de consideração por ser tão fácil conquistar pelas coisas boas que faz. Caio é a tradução de um conto, de uma estória boa, com o encanto da criança que permaneçe, é como um se as coisas pra ele fossem um quadro do DaVinci: um enigma perene. Sinto com isso, como se tudo se iniciasse de novo, desde o começo, desde que a vida na cidade se pôs a andar e o melhor de tudo isso é que de alguma forma são contemporâneos, nenhum no seu tempo e lugar, apenas em dias diferentes, chegaram e se apossaram da amizade tão pura que pudessem oferecer a mim! Sou grato demais a estas pessoas e de alguma forma elas fazem com que o meu dia siga sereno, pois mesmo longe, estão comigo, em energia, em pensamento... a amizade é a semente da glória e por isso abençoada por Deus. Os próximos 16 podem vir, porque é grande ainda a minha vontade de partilhar o que os outros 16 me ensinam nos dias de hoje. Não estão mais com 16 anos, porque o tempo não pára, mas se apresentaram pra mim com esses gloriosos números, todos com suas armas e seus escudos e um coração destamanho.. Meus amigos, meus clarões de entendimento e paz. Obrigado mesmo!